O brincar como centro da experiência
Brincar não é o que acontece depois que termina algo importante. Brincar é algo importante. Protegemos diariamente tempo de verdade para brincar, inventar, transformar e retomar experiências.

Autonomia se constrói fazendo
Guardar pertences, servir-se, escolher materiais, ajudar na organização, participar do preparo de alimentos, cuidar do ambiente, tentar fazer sozinho e pedir ajuda fazem parte do percurso.
Não esperamos independência imediata. Oferecemos oportunidades para que a autonomia seja construída.

Corpo e movimento
Correr, subir, equilibrar-se, carregar, empurrar, puxar, dançar, pular, cair e tentar novamente contribuem para consciência corporal, coordenação, equilíbrio, planejamento e confiança.
Movimentar-se também é aprender.

Natureza e experiências reais
Terra, água, folhas, sementes, vento, plantas e alimentos convidam à investigação. Buscamos experiências concretas que permitam tocar, observar, comparar, experimentar e construir relações com o mundo para além das telas.

Muitas maneiras de pensar e se expressar
Desenho, pintura, dança, canto, construção, modelagem, dramatização, movimento e histórias são diferentes formas de expressão. Não buscamos produções iguais. Queremos encontrar as ideias das crianças naquilo que elas produzem.

Conviver também se aprende
Conflitos fazem parte da convivência. O adulto protege, coloca limites e realiza mediações para que as crianças construam recursos mais elaborados para viver em grupo. Não educamos pelo medo da punição. Educamos pela relação, pelo limite e pela construção gradual de responsabilidade.
O cotidiano também educa
Sentar à mesa, experimentar um alimento, guardar o que utilizou, esperar um amigo, lavar as mãos, ajudar alguém ou cuidar de uma planta são experiências cheias de aprendizagem.

O papel do adulto
Nossa equipe prepara ambientes, seleciona materiais, organiza experiências, observa, registra percursos, acompanha o desenvolvimento e realiza mediações. Existe planejamento, estudo e intenção — e também espaço para o inesperado.

Conhecimento que sustenta nossa prática
Nossa proposta dialoga com estudos e abordagens que reconhecem a criança como sujeito ativo, competente e relacional, encontrando inspiração em Loris Malaguzzi e Reggio Emilia, Emmi Pikler, estudos contemporâneos sobre desenvolvimento infantil e concepções presentes na BNCC.
O Pé no Chão tem referências. Mas também tem identidade própria.
Uma infância que não precisa ser antecipada
As bases para aprendizagens futuras também são construídas quando a criança desenvolve linguagem, atenção, memória, coordenação, curiosidade, autonomia, convivência e prazer em descobrir.
Preparar uma criança para o futuro também significa permitir que ela viva plenamente o presente.



